quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Diéééquis ^^


Vai, vai sem medo de andar por aí
Falando sobre todas as coisas que te fazem sorrir
Pensando nos sonhos que ainda estão por vir
Fazendo de tudo por todos e por ti.

Voe bem alto com os pés no chão
Sentir medo às vezes é bom
Mas não deixe que o façam sentir que é em vão
Ninguém sabe o quão grande é o teu coração.

Anima – se tanto e tudo é tão simples
Problemas difíceis sempre têm solução
Quando caem por terra seus dias de sol
Ele dança na chuva, ele sabe o que é bom.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

El bem trash -N


Eu andei pensando em um milhão de coisas diferentes hoje sabe, e eu acho que eu nem vou conseguir escrever sobre todas as conclusões que eu cheguei, até porque isso não interessa a ninguém além de mim mesma e tal, mas eu não queria que a minha vida continuasse assim exatamente como ela é, e isso não significa que eu não goste dela, mas não é o suficiente pra mim saca? Eu queria me sentir útil pra alguém, mas eu não sei em que eu posso ajudar, mas isso é algo a mais a ser pensado. Eu cheguei à conclusão de que, eu sempre julgo o livro pela capa, eu não paro pra pensar que dentro dele podem ter coisas boas e que as experiências sempre podem ser legais dependendo do ponto de vista de cada um. Eu tenho um jeito esquisito de demonstrar as coisas pras pessoas, ou eu não digo nada, mesmo sentindo muito, ou eu escancaro pra todo mundo que puder ouvir. E eu não sei qual das duas alternativas é a pior. Na verdade eu prefiro ficar com a indiferença porque assim é muito mais cômodo e eu sinceramente sou a pessoa mais acomodada que eu conheço e o meu lema é “Pra quê fazer hoje o que pode ser feito amanhã?”, e sério, eu sou exatamente assim e eu também acho que eu tenho muito mais sorte do que juízo. Eu prefiro poucas pessoas, até porque eu não consigo me entrosar com muitas delas, não sei, as pessoas são estranhas e eu sou também, e tenho algum tipo de medo que eu não sei o que é, mas acho que quando eu descobrir vai ser tudo muito mais fácil. Tem também aquele meu ciúme maldito, cara! Eu tomo cuidado pra que não descubram, mas hoje eu vi que o problema não é descobrirem e sim o mal que isso causa em mim, e que eu não posso permitir que alguém que mal me conhece me prejudique e me machuque, ninguém têm esse direito, e ponto. Sou tri idiota, fico dando valor pra todo mundo que não me merece e acabo mal sempre, e isso tem que parar de acontecer. Hoje eu vi também que as pessoas são felizes da maneira que podem, e que quanto mais elas tentam ficar alegres, mas infelizes elas ficam. Isso porque quando eu tava toda errada, de pijama e cabelo desgrenhado às 15:00 da tarde, eu achei que se eu me arrumasse feito gente me sentiria melhor, mas não me senti. Mesmo sendo torta e pensando um monte de bobagens o tempo todo, eu sou feliz, menos quando eu tento ser feliz, porque eu tenho uma maneira meio frustrada de tentar ficar bem e tal, mas isso não vem ao caso. A questão é que eu nem sei porque eu to escrevendo essas coisas aqui, eu sempre preferi papel e caneta ao invés de computador, mas aqui é tudo tão mais rápido e prático que chega a ser um tanto quanto interessante. Eu surtei horrores ontem, porque eu fico muito brava por pouca coisa, eu acho sempre que as pessoas que eu amo tem que ser obrigadas a gostar de mim também, mas eu sempre esqueço que eu não sou o mundo inteiro pras outras pessoas, como elas são pra mim, e que a maioria dos sentimentos nunca são recíprocos e que na maioria das vezes é tudo com no mínimo 50% de falsidade, por mais que eu não queira enxergar isso e por mais que eu diga pra mim mesma que todo mundo é legal e que todo mundo se ama. Isso é o que eu queria, mas não é o que todos querem. E meu Deus, eu queria tantas, mas tantas coisas, aquelas que parecem simples, mas são um bocado difíceis de se conseguir.

sábado, 15 de novembro de 2008

AH ò.ó


À fizeram acreditar que era feia
que a culpa era dela,
que a vida não era bela
e o mundo não era seu.

À fizeram acreditar nas coisas ruins da vida
naquilo que quase todo mundo critica
nas coisas que pediu e Deus não deu.

À fizeram acreditar que o mundo era cinza
que todas as lágrimas deveriam ser contidas
que as pessoas ficam pra sempre em nossas vidas
que o passado sempre passa,
se ninguém remexer nas feridas.

domingo, 3 de agosto de 2008

=RERE

sábado, 15 de março de 2008

não sei oi


Quanto vale o que pensamos?
para quem não se importa,
ou entende em linhas tortas.
Até onde o vento sopra?
Do começo ao infinito,
até onde está escrito.

Nós não temos as respostas
o segredo do universo,
não pertence a qualquer verso
rabiscado em linhas tortas
ensaiado enquanto vemos
o reflexo dos espelhos.

Alguém disse que o tempo,
não passa de uma ilusão
se encaminhando a destruição.
E o caos que chega ao topo,
arrasando expectativas,
do viver sem injustiças.

Sobre o tempo.


Faz um tempo,
meu pensamento mudou
não sei se ele melhorou
acho que tudo girou.
E quem tira,
o medo que ele deixou,
a dúvida que ficou
e a máscara que caiu?
Lembra das coisas
que eu te escreví
de quando eu chorei,
de como eu sorri?
Sinceramente já não tenho mais
aquela noção,
do que é verdade, ou não.
Sabe, os dias vêem
curar obseções
em um piscar, não vou lembrar.

...


Ps: juro que não fiz no paint. xD

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A menina e o castelo


Naquela época, antes mesmo de qualquer definição de tempo,
existia uma família, a familia dos campeiros
onde tudo ía além de qualquer entendimento
onde aqueles que viviam, tinham regras e respeito
e o medo de chegar, aonde alguém impôs segredo.

Havia ao longe um castelo abandonado,
ninguém jamais alí, havia entrado,
os que tentaram, não retornaram
mas eis que um dia, uma menina
precisou entrar, e salvar a vida
de um pobre gato, que aos poucos adoecia.

Aparentemente, dez anos de idade
chamou seu amigo, levou seu gato
com muita coragem, se foram ao pátio
do grande castelo, no monte cerrado.

Entraram enfim, a menina, o amigo e o gato,
subiram e desceram escadas, procurando o que alí buscavam.
Sentado, arrumando os sapatos, estava um senhor muito malvado
perceguia a todos, que ousavam desrespeitá - lo,
e percebendo as presenças, quis fazer jus a seu legado.

Perseguiu as crianças com seu cavalo,
correu toda a cidade, sem nenhum resultado
até chegar a uma casa, um velhinho estava sentado
- era o pai da menininha, ia pagar seus pecados. -

Prestes a matar sem dó alguma,
surge então a menininha, chorando estarrecida,
pedindo que o poupasse:
- Por favor, a culpa é minha! -

Houve então um grande silêncio,
todos pararam pra ver, a psicodelia do momento
e o homem mal e rabugento, transformou - se em uma dama,
quebrando a maldição das sombras, pelas graças da criança.

Foram todos morar no castelo, e alguns dizem que,
o castelo ainda existe, nas profundezas daqueles,
de coração puro o suficiente, para amar a todo mundo
sem temores ou fronteiras.


domingo, 10 de fevereiro de 2008

Que? ô.o

Havia sim, um certo medo em seu olhar
um medo indescritível, impossível de curar
capaz de deixá-la um pouco triste
por não saber por onde andar
queria só sair da vista, estar onde ninguém está
Odiava algumas coisas, tentava melhorar.
Ela tinha medo da rotina, -do jeito que tá, não dá-
queria só viver a vida, do melhor jeito que há
fazia sempre aquele clima, pra segurar enquanto der,
aquela dor que ao mesmo tempo a fascina
aquela dor, daquilo que não se vê e nem se sente.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Ela apenas queria amar a sí mesma.

Melissa olhou em sua volta e nada havia mudado:
O mesmo quarto, as mesmas roupas, o mesmo violão.
Sua vida estava linda, até então,
nunca se preocupou com o tédio que tráz o verão.
Tinha uma bela familia, eram seu orgulho
tinha amigos inseparáveis, os amava de coração
mas sabia que, nesses dias, queria isolação.
Nada estava como o desejado, vivia em um mundo cão
que ela mesmo havia criado, em resposta a solidão.
Achava - se muito forte, não chorava a um tempão
queria sumir pro espaço, sem mover suas mãos
sonhava mudar o mundo, mas isso tudo era em vão.
Era completamente normal não querer nada
tinha um nó na garganta, o que a martirizava
talves fosse a liberdade, que ela tanto valorizava
ou então a rotina, qualquer coisa ensaiada.
Sentia muitas saudades, de ter sensibilidade
Não se apegava a mais nada, estava realmente,
cansada de tudo aquilo, queria dormir até a próxima estação.
Quem sabe o calor levasse embora, toda essa aflição
que corria pelas veias, e a fazia sangrar
de um modo que a dor física, passava despercebida
percorrendo as entrelinhas, de uma interrogação.
Ela queria mesmo era desaparecer completamente,
odiava a sí mesma e a todos que se faziam presentes
dormir ela achava o mais prudente,
até que o outono chegasse, e o vazio fosse embora
cantar em outros carnavais, em uma nova aberração.

Seguidores

Alvoroço Momentâneo :) © 2008 Template by Dicas Blogger.

TOPO  

BlogBlogs.Com.Br