El bem trash -N

Eu andei pensando em um milhão de coisas diferentes hoje sabe, e eu acho que eu nem vou conseguir escrever sobre todas as conclusões que eu cheguei, até porque isso não interessa a ninguém além de mim mesma e tal, mas eu não queria que a minha vida continuasse assim exatamente como ela é, e isso não significa que eu não goste dela, mas não é o suficiente pra mim saca? Eu queria me sentir útil pra alguém, mas eu não sei em que eu posso ajudar, mas isso é algo a mais a ser pensado. Eu cheguei à conclusão de que, eu sempre julgo o livro pela capa, eu não paro pra pensar que dentro dele podem ter coisas boas e que as experiências sempre podem ser legais dependendo do ponto de vista de cada um. Eu tenho um jeito esquisito de demonstrar as coisas pras pessoas, ou eu não digo nada, mesmo sentindo muito, ou eu escancaro pra todo mundo que puder ouvir. E eu não sei qual das duas alternativas é a pior. Na verdade eu prefiro ficar com a indiferença porque assim é muito mais cômodo e eu sinceramente sou a pessoa mais acomodada que eu conheço e o meu lema é “Pra quê fazer hoje o que pode ser feito amanhã?”, e sério, eu sou exatamente assim e eu também acho que eu tenho muito mais sorte do que juízo. Eu prefiro poucas pessoas, até porque eu não consigo me entrosar com muitas delas, não sei, as pessoas são estranhas e eu sou também, e tenho algum tipo de medo que eu não sei o que é, mas acho que quando eu descobrir vai ser tudo muito mais fácil. Tem também aquele meu ciúme maldito, cara! Eu tomo cuidado pra que não descubram, mas hoje eu vi que o problema não é descobrirem e sim o mal que isso causa em mim, e que eu não posso permitir que alguém que mal me conhece me prejudique e me machuque, ninguém têm esse direito, e ponto. Sou tri idiota, fico dando valor pra todo mundo que não me merece e acabo mal sempre, e isso tem que parar de acontecer. Hoje eu vi também que as pessoas são felizes da maneira que podem, e que quanto mais elas tentam ficar alegres, mas infelizes elas ficam. Isso porque quando eu tava toda errada, de pijama e cabelo desgrenhado às 15:00 da tarde, eu achei que se eu me arrumasse feito gente me sentiria melhor, mas não me senti. Mesmo sendo torta e pensando um monte de bobagens o tempo todo, eu sou feliz, menos quando eu tento ser feliz, porque eu tenho uma maneira meio frustrada de tentar ficar bem e tal, mas isso não vem ao caso. A questão é que eu nem sei porque eu to escrevendo essas coisas aqui, eu sempre preferi papel e caneta ao invés de computador, mas aqui é tudo tão mais rápido e prático que chega a ser um tanto quanto interessante. Eu surtei horrores ontem, porque eu fico muito brava por pouca coisa, eu acho sempre que as pessoas que eu amo tem que ser obrigadas a gostar de mim também, mas eu sempre esqueço que eu não sou o mundo inteiro pras outras pessoas, como elas são pra mim, e que a maioria dos sentimentos nunca são recíprocos e que na maioria das vezes é tudo com no mínimo 50% de falsidade, por mais que eu não queira enxergar isso e por mais que eu diga pra mim mesma que todo mundo é legal e que todo mundo se ama. Isso é o que eu queria, mas não é o que todos querem. E meu Deus, eu queria tantas, mas tantas coisas, aquelas que parecem simples, mas são um bocado difíceis de se conseguir.

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