If you don't know who you are;
Havia que, por trás daqueles olhos,
Nada tinha de tão subentendido
Quanto menos de desentendido
Quantas vezes se paravam pra ver
O que muitos tentaram em vão
Ainda assim existia a profanação
Tanta coisa dita sem razão
Tantos medos obtidos pelo sim,
E vitórias obtidas pelo não
Do contraste é de onde vem à exatidão
Ainda que não saibam quem realmente são
Do mesmo modo que toda a alegria
Tende a cair em plenas memórias
E que nada seja tão eterno enquanto dure
É de tais lembranças que se vive a vida
Das pequenas coisas, até aquelas mais sofridas;
Quanto tempo mais à gente vai querer seguir
Nesses caminhos de idas sem vindas?

Postar um comentário